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Segunda-feira, 27 de Abril de 2026

Saúde

São Paulo registra segunda morte por varíola dos macacos

No início do mês, Ministério da Saúde recebeu primeira remessa de vacinas, de 9,8 mil unidades

Jornal Trombeta
Por Jornal Trombeta
São Paulo registra segunda morte por varíola dos macacos
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A  Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo comunicou no domingo (16) que o estado registrou, no sábado (15), a segunda morte por varíola dos macacos. O paciente era natural de Santos, de 36 anos, tinha comorbidades e estava internado em Praia Grande desde o início de setembro.

primeiro óbito no estado foi registrado na quarta-feira (12). Morador da capital, de 26 anos, também tinha “diversas comorbidades”, conforme a pasta.

 

No país, há 8.652 casos confirmados da doença e seis mortes, de acordo com dados do Ministério da Saúde divulgados na sexta-feira (14). No entanto, o boletim considera apenas a primeira vítima da doença em São Paulo. Logo, o total de óbitos deve ser sete. Minas Gerais (3) e Rio (2) representam os demais mortos.

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São Paulo soma 3.901 casos, segundo a pasta da Saúde. A secretaria destaca que, no atual surto, a “transmissão de contato íntimo e sexual” prevalece.

A Organização Pan-Americana da Saúde alertou, na quarta-feira, que quatro emergências sanitárias ameaçam a região das Américas: cólera, poliomielite, Covid-19 e varíola dos macacos. Sobre essa última, a diretora da Opas, Carissa Etienne, pontuou que a propagação “parece estar diminuindo”, embora na semana passada mais de 2.300 novas infecções tenham sido relatadas pelos países que compõe a região.

No início do mês, o Ministério da Saúde recebeu a primeira remessa, com 9,8 mil unidades, de vacinas contra a monkeypox. O Brasil comprou aproximadamente 50 mil imunizantes via fundo rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Os próximos lotes devem ser entregues até o fim de 2022.

Por ora, como orienta a Organização Mundial da Saúde (OMS), os imunizantes serão utilizados para a realização de estudos. A pesquisa servirá para gerar “evidências sobre efetividade, imunogenicidade e segurança” da vacina contra a monkeypox e, desta forma, orientar a decisão dos gestores, conforme o Ministério da Saúde.

A pasta reforça que as vacinas são seguras e atualmente são utilizadas contra a varíola humana ou varíola comum.

FONTE/CRÉDITOS: cnnbrasil.com.br
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