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Segunda-feira, 27 de Abril de 2026

Economia

Brasil tem 3º mês seguido de deflação em setembro, com queda de 0,29%, diz IBGE

Mercado esperava queda de 0,34% na comparação mensal e alta de 7,10% na anual

Jornal Trombeta
Por Jornal Trombeta
Brasil tem 3º mês seguido de deflação em setembro, com queda de 0,29%, diz IBGE
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IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) —que mede a inflação oficial do país–, teve deflação pelo terceiro mês seguido em setembro, com queda de 0,29%,  informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (11).  Em agosto, o índice havia recuado 0,36% e, em julho, caído 0,68%.

No ano, a inflação acumulada é de 4,09% e, nos últimos 12 meses, de 7,17%.

 

O mercado esperava queda de 0,34% na comparação mensal e alta de 7,10% na anual, conforme pesquisa da Reuters.

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O maior impacto negativo no índice geral veio do grupo dos transportes, que também registrou seu terceiro mês seguido de queda, com recuo de 1,98% em setembro.

 

“Os combustíveis e, principalmente, a gasolina têm um peso muito grande dentro do IPCA. Em julho, o efeito foi maior por conta da fixação da alíquota máxima de ICMS, mas, além disso, temos observado reduções no preço médio do combustível vendido para as distribuidoras, o que tem contribuído para a continuidade da queda dos preços”, explica o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov, em nota de divulgação.

Só a gasolina registrou em setembro queda de 8,33%, exercendo o impacto negativo mais intenso no índice. Também tiveram queda nos preços o etanol (-12,43%), o óleo diesel (-4,57%) e o gás veicular (-0,23%).

“O etanol, mesmo tendo um preço livre, acaba acompanhando a gasolina, pois é um produto substituto”, acrescenta Kislanov. No grupo, houve ainda o recuo nos preços das motocicletas (-0,08%), dos automóveis novos (-0,15%) e dos automóveis usados (-0,38%), que haviam subido em agosto.

 

O grupo alimentação e bebidas passou de alta de 0,24% em agosto para queda de 0,51% em setembro, puxado pela alimentação no domicílio (-0,86%).

“Os alimentos vinham apresentando crescimento desde o começo do ano, inclusive altas fortes em março (2,42%) e abril (2,06%). Essa queda de setembro é a primeira desde novembro de 2021 (-0,04%)”, diz Kislanov.

Com queda de 13,71% no mês, o leite longa vida foi o item que mais impactou o resultado do grupo alimentos, após uma trajetória de 12 meses de alta. O preço do leite vinha sendo impactado, sobretudo, pelo período de entressafra, a partir de março e abril, mas também por causa da guerra da Ucrânia, que aumentou muito o preço dos insumos agrícolas, explica o especialista.

“Agora, com o final do período de entressafra e a volta das chuvas, aumentou a oferta do produto no mercado, o que gerou uma queda nos preços.” Apesar da queda, o produto ainda tem alta de 36,93% no acumulado dos últimos 12 meses”, diz.

FONTE/CRÉDITOS: www.cnnbrasil.com.br
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